As Maiores falácias dos evangélicos

fevereiro 12, 2012

Lua cheia

Se você está lendo este texto, há boas chances de que você seja –, sem dúvida em algum momento da sua vida você já foi importunado por algum cristão inconformado com a idéia de que você não crê nas baboseiras da religião deles. Nossos colegas religiosos (que encaram a existência de um ser superior como uma absoluta certeza) se sentem até confusos quando dizemos que não, não temos motivos pra crer em uma divindade suprema.

Alguns deles seguem as orientações bíblicas de não perder tempo te evangelizando (sim, a mesma bíblia que admoesta seus seguidores a divulgar as boas novas também alerta sobre a futilidade de dar “pérolas a porcos“, no sentido de que não se deve gastar energia pregando a pecadores. Vai entender…) e aprendem a conviver com você sem tentar constantemente te converter. Esses são “os gente boa”.

Mas tem os crentes chatos — permitam-me o momento de imparcialidade: tem ateu chato também — que enchem nossa paciência, exigindo que justifiquemos o motivo pra não acreditar em Deus, e defendendo sua crença vomitando sofismas que já foram desconstruídas séculos atrás.

Por isso escrevo este texto. Esta são as falácias mais comumente utilizadas por cristãos, e aqui está uma forma de responde-las que deixará seu amigo proselitista engasgando e e dizendo “ahnn… mas, hmmm… não é bem assim, tem que ver que… é, tipo…

1) “Cristianismo não é religião”

Evangélicos tem uma estranha mania de alegar que sua crença “não é uma religião”. Aliás, católicos também fazem isso, mas são os protestantes que tornaram esse disparate parte do seu credo.

À primeira vista, parece estranha essa negação do status religioso do cristianismo. Religião define-se como (me ajudaí, wikipédia!):

“Um conjunto de crenças sobre as causas, natureza e finalidade da vida e do universo, especialmente quando considerada como a criação de um agente sobrenatural”

Não é preciso um PhD em Linguística pra compreender claramente que o termo “religião” se aplica adequadamente à crença de um ser sobrenatural que criou o mundo e enviou seu filho pra nos salvar do pecado. Entretanto, cristãos rejeitam essa definição. Sabe por que?

Jesus passou uma boa parte de seu tempo trollando os fariseus, que eram os mandachuvas religiosos da época — cabia a eles interpretar e aplicar a lei de Moisés. Os caras manjavam TUDOsobre a doutrina, mas esqueçeram que o papel principal dela era ligar o homem a Deus.

Então, os fariseus temiam que seu monopólio seria ameaçado pela figura carismática do Nazareno — que pregava mais amor ao próximo do que conhecimento acadêmico sobre os profetas –, e por isso viviam tentando enquadrar o cara em ofensas à lei judaica da época. E Jesus sempre dava uma resposta trollface e saia da situação incólume.

O que acontece é que a nova onda de interpretação evangélica prega que os fariseus simbolizam o apego aos símbolos e rituais religiosos, e não à substância da mensagem. Tentando se distanciar da figura dos algozes de Jesus, cristãos alegam que sua prática não é uma “religião”.

Mas é. Me desculpem, mas é. Se você crê em um ser invisível com super poderes que criou o mundo e que fala com você telepaticamente, você tem uma religião. Essa é a DEFINIÇÃO de religião.

2) “Ateísmo é uma religião!”

Essa aí é o outro lado do espectro falacioso. Ao mesmo tempo que recusam serem categorizados como religiosos, cristãos frequentemente acusam ateus de serem os verdadeiros religiosos.

Nem preciso de tantos caracteres pra explicar o disparate. Ateísmo não é uma religião porque esta basea-se numa crença. O que acontece no caso de um ateu é justamente o oposto disso — a faltade crença. Nós não “cremos” que Deus não existe; nós não cremos que Ele exista. Notou a tênua diferença semântica?

E não é que nós nos recusamos a acreditar em Deus. Não é um esforço consciente e ativo. É que, assim como o Papai Noel ou o Coelhinho da Páscoa, vemos a figura divina como uma evidente fabricação humana. Não há motivos que nos levem a crer — muito pelo contrário, aliás.

3) “Se eu creio em Deus e estou errado, não perdi nada. Se você não crê em Deus e está errado, tu se fodeu!”

À primeira vista, parece até fazer sentido — é um simples caso de “risk assessment“, ou seja, análise de risco: crer em Deus traz uma possível recompensa caso seja a escolha correta. Por outro lado, não crer traz uma terrível punição.A falácia é conhecida como “Aposta de Pascal”, é errada por vários motivos:

  • Crença não é uma questão de escolha; é uma questão de ser convencido pela premissa da crença (você pode se fazer acreditar na Fada do Dente?);
  • Sendo Deus onisciente, certamente ele saberia que você está acreditando nele com intenção puramente gananciosa;
  • É um argumento baseado puramente no medo de uma punição, não tem nenhum mérito lógico real.

Apesar dessa falácia ter sido formulada (e refutada) séculos atrás, gente ignorante continua se valendo dela.

4) “Evolução é apenas uma teoria!”

Você certamente já ouviu esta. Acuado diante o total consenso da comunidade científica a respeito da evolução das espécies, o cristão desesperado lança “mas evolução não é um fato, é uma teoria”.

Esta confusão é um resultado do fato de que existem dois significados para a palavra “teoria” — o casual/informal, e o científico.

Coloquialmente, teoria é apenas uma opinião infundada sobre algum acontecimento — indistinguível de um mero “chute”. Cientificamente, por outro lado, uma teoria é uma série de explicações a respeito de algum fenômeno (assim como, por exemplo, a Teoria da Gravitação Universal). E essas explicações têm que fazer muito sentido.

Isso é porque na esfera científica, todos estão ativamente tentando DESPROVAR a sua teoria (esse princípio chama-se falseabilidade). O escrutínio da falseabilidade separa o joio do trigo, e deixa sobrando apenas as teorias que melhor explicam os fenômenos naturais que nos rodeiam.

(É curioso o quão similar a metodologia científica acaba sendo ao próprio processo de evolução por seleção natural, aliás. Só as teorias “mais aptas” sobrevivem.)

5) “Sem Deus não existe uma bússola moral!”

Esse argumento é errado em diversos níveis. Em primeiro lugar, ele essencialmente implica que apenas ateus cometem crimes — o que é um óbvio disparate. Em segundo lugar, ele insinua que o único motivo pelo qual pessoas mentalmente sãs não saem por aí estuprando crianças e matando velhinhos é o medo de ir pro inferno.

É incrível que há quem realmente acredite nisso. À luz desse raciocínio é possível concluir que ateus têm um senso moral mais disciplinado que cristãos — afinal, nós não matamos e estupramos porque temos o discernimento de que isto é errado, e não porque iremos para o inferno.

Se a única coisa te impedindo de tocar o terror é o medo do Papai do Céu (ao invés de um senso nato de moralidade que 99% dos seres humanos têm sem a necessidade da crença específica na sua divindade predileta), você não é nada melhor que os piores facínoras que já andaram neste planeta.

Não há necessidade de empregar a sua bíblia pra estabelecer padrões de moralidade, até porque a bíblia é um péssimo exemplo disso. Basta passear pelas seções “Cruelty“, “Intolerance” ou “Biblical Family Values” no excelente Skeptics Anotated Bible.

Falei que não mais escreveria sobre reliligião mais os crentes não deixam então ai está…

“There is a good religion that there are good people and bad people”

Mergulho Profundo Box Pink Floyd

novembro 20, 2011

1

The Piper at The Gates of Dawn

The Piper at the Gates of Dawn é o álbum de estreia da banda britânica Pink Floyd, lançado em 1967.

Foi o único álbum da banda que foi feito sob a liderança de Syd Barrett. O álbum tem letras caprichosas sobre espantalhos, gnomos, bicicletas e contos de fadas, juntamente com passagens instrumentais de rock psicodélico é considerado um dos pioneiros do art rock. O álbum foi gravado no Abbey Road Studios, e foi editado em 5 de Agosto de 1967, chegando a ser o 6º mais vendido no Reino Unido e o 131º mais vendido nos EUA.

O título do álbum é baseado no conto infantil O vento nos salgueiros, de Kenneth Grahame, onde o Rato e a Toupeira, enquanto procuram um animal perdido, têm uma experiência religiosa. ("Este é o local do meu sonho, onde eu ouvi a música," segredou o Rato, como se estivesse em transe. "Aqui é o meu local sagrado, se O pudermos encontrar nalgum lado, é aqui"). O flautista (em inglês: piper) é identificado com o deus grego Pan.

2

A Saucerful of secrets

A Saucerful of Secrets é o segundo álbum de estúdio da banda inglesa Pink Floyd. Foi gravado nos estúdios EMI Abbey Road Studios, Reino Unidoentre Agosto de 1967 e Abril de 1968.

Barrett ficou cada vez mais instável durante as gravações para A Saucerful of Secrets, e Gilmour foi chamado para substitui-lo. O álbum é, por causa disso, o único a contar com a participação de todos os membros da banda. Syd Barrett tocou em três faixas (Remember a Day, Set the Controls for the Heart of the Sun e Jugband Blues) e Gilmour tocou em cinco (Let There Be More Light, Set the Controls for the Heart of the Sun, Corporal Clegg, A Saucerful of Secrets e See-Saw). De acordo com uma entrevista de Gilmour para o documentário Which One’s Pink?, de 2006, Set the Controls for The Heart of the Sun contem contribuições de ambos os guitarristas, o que a torna a única música de um álbum do Pink Floyd onde todos os cinco membros participam. Barrett finalmente saiu da banda em Março de 1968. Richard Wright canta em cinco das sete músicas; este álbum é o único álbum da banda onde ele é o vocalista principal na maioria das faixas. Também é o único álbum da banda onde todos assumem o Lead Vocal em alguma música, e seria o único onde Nick Mason é o vocalista principal de alguma música, não fosse por sua única frase em One of These Days I’m Going to Cut You Into Little Pieces, de Medlle.

3

More Soundtrack

Bom, o álbum More é uma soundtrack lançada em 1969 (uma das muitas feitas pela banda. The Comittee( filme com música deles), " Tonight Let’s all Make Love in London"   " The Zabriskie Point" e "Obscured by Clouds", são as restantes que conheço.). Foi o 3º álbum estúdio da banda e foi o primeiro a contar com a formação clássica de Floyd (Waters, Gilmour, Wright e Mason), que duraria até 1978/79, altura da gravação e lançamento do "The Wall".Foi, portanto, o primeiro sem Syd Barret. É, também, a par de "A Momentary Lapse of Reason" o único álbum cantado apenas com Gilmour em lead vocal.

4

Ummagumma

Gravado em 1969, sendo o primeiro álbum gravado ao vivo e o segundo em estúdio.

Um dos álbuns foi gravado ao vivo no Mothers Club Birmingham em 27 de Abril, de 1969, e na semana seguinte no Manchester College of Commerce em2 de Maio. O outro, inclui quatro segmentos solo, um por cada membro do grupo, gravado em estúdio.

Mostrou que a nova fórmula de rock mais britânica era essencialmente capaz de suster mais aproximações experimentais à música popular como o blues e folk, mantendo as vendas num patamar aceitável para os padrões da indústria fonográfica.

O álbum foi lançado no Reino Unido em 25 de Outubro de 1969 e nos EUA em 10 de Novembro. O álbum chegou a ser o 5º mais vendido no Reino Unido e o 74º nos EUA, sendo a primeira vez que a banda conseguia pôr um álbum na lista norte americana dos 100 mais vendidos. Chegou a disco de ouroem Fevereiro de 1974 e a disco de platina em Março de 1994.

Em 1987 foi editado em álbum duplo. Em 1994, no Reino Unido e 1995 nos EUA foi editado com uma nova mistura digital. Nenhuma das versões incluía a foto da primeira mulher de Waters que aparecia no disco de vinil original.

A capa do álbum tem variantes entre as versões britânica (e canadense) e a americana. A versão britânica tinha Gigi escrito imediatamente acima do nome da banda, o que foi apagado na versão americana possivelmente devido a questões de copyright.

5

Atom Heart Mother

Atom Heart Mother é um álbum de rock progressivo gravado em 1970 pela banda britânica Pink Floyd. Foi gravado nos Abbey Road Studios, Londres. O álbum chegou a Nº 1 de vendas no Reino Unido e a Nº 55 nos EUA, onde chegou a disco de ouro em Março de 1994. Foi editado em CD com nova mistura em 1994 no Reino Unido e em 1995 nos EUA.

A capa do disco é uma das mais enigmáticas da história da música. O bovino mais famoso do rock mundial aparece tanto no vinil, quanto no CD. A rês Lullubelle III, uma cruza das raças holandesa e normanda (ao contrário de suas colegas da contracapa, puramente holandesas), foi fotografada em uma propriedade rural do interior da Inglaterra. A gravadora pagou ao dono da propriedade cerca de mil libras pelos “direitos de imagem” do animal. A propriedade virou ponto turístico, e Lullubelle, uma celebridade do showbusiness mundial.

As duas faixas mais longas são uma progressão de anteriores peças instrumentais dos Pink Floyd tais como "A Saucerful of Secrets"; A primeira é dividida em seis partes e é tocada com uma orquestra completa e a segunda é um instrumental em três partes com efeitos sonoros e diálogos entre cada parte.

6

Meddle

Meddle é um álbum de 1971 do grupo inglês de rock progressivo Pink Floyd. Foi gravado em várias ocasiões entre Janeiro e Agosto de 1971, editado nos Estados Unidos em 30 de Outubro de 1971 e no Reino Unido em Novembro do mesmo ano. Meddle chegou a disco de ouro em Outubro de 1973 e adisco de platina e dupla platina em Março de 1994. Um CD com nova mistura foi editado em 1994 na Europa e em 1995 nos Estados Unidos.

7

Obscured by Clouds

Obscured by Clouds é um álbum dos Pink Floyd baseado na banda sonora para o filme francês La Vallée. O LP foi editado no Reino Unido em 3 de Junho de 1972 e nos Estados Unidos em 15 de Junho. O álbum o Nº 5 de vendas no Reino Unido e o Nº 46 nos Estados Unidos, onde foi galardoado com disco de ouro pela RIAA em Março de 1994.

Em 1986 o álbum foi editado em CD. Em Março de 1996 no Reino Unido e em Agosto de 1996 nos Estados Unidos foi editado com nova mistura digital.

8

The Dark side of the Moon

The Dark Side of the Moon (ou pela abreviatura DSotM) é um álbum conceptual de 1973 dos Pink Floyd, que fala sobre as pressões da vida, comotempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco dorock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música electrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.

The Dark Side of the Moon é o terceiro álbum mais vendido de todos os tempos no mundo inteiro. Atingiu o primeiro lugar no Billboard 200 e também noBillboard Pop Catalog Chart, tendo o híbrido SACD editado em 2003 atingido o mesmo feito

9

Wish you Were Here

Wish You Were Here é o nono álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivo Pink Floyd, lançado em Setembro de 1975. Inspirado por material composto pela banda enquanto se apresentavam pela Europa, ele foi gravado após numerosas sessões nos Estúdios Abbey Road, em Londres. O álbum explora temas como ausência, indústria musical e a deterioração mental de Syd Barrett, um dos fundadores do grupo. As primeiras sessões se constituíram em um processo difícil e árduo, sendo iniciadas com a ideia de Waters de dividir a peça central do álbum, "Shine On You Crazy Diamond", em duas partes, unindo-as com novas composições. "Shine On" é um tributo à Barrett, que, coincidentemente, fez uma visita ao estúdio enquanto ela estava sendo gravada. A banda não conseguiu reconhece-lo imediatamente, uma vez que ele havia ganho peso e sofrido alterações em sua aparência.

10

Animals

Animals é o décimo álbum de estúdio da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, lançado em 23 de Janeiro de 1977. Seguindo a linha do álbum anterior, Wish You Were Here, este também é um álbum conceitual, que faz críticas às condições político-sociais da Inglaterra dos anos 70, além de apresentar uma notável mudança no estilo musical do grupo.

Animals foi gravado em Britannia Row, estúdio da banda, em Londres, mas a sua produção foi marcada pelos primeiros sinais de discórdia que, posteriormente, viriam culminar na saída do tecladista Richard Wright da banda. A capa do álbum, um porco flutuando entre duas chaminés da Usina Termelétrica de Battersea, foi desenvolvida pelo baixista e letrista Roger Waters, em conjunto com Storm Thorgerson e Hipgnosis, colaborador de longa data do grupo.

11

The Wall

The Wall é uma ópera rock centrada em Pink, um personagem fictício baseado em Waters. As experiências de vida de Pink começam com a perda de seu pai durante a Segunda Guerra Mundial, e continuam com a ridicularização e o abuso de seus professores, com sua mãe superprotetora e, finalmente, com o fim de seu casamento. Tudo isso contribui para uma auto-imposta isolação da sociedade, representada por uma parede metafórica.

O álbum contém um estilo mais duro e teatral do que os lançamentos anteriores do Pink Floyd. O tecladista Richard William Wright deixou a banda durante a produção do álbum, continuando no processo como um músico pago, apresentando-se com o grupo na turnê The Wall. Comercialmente bem-sucedido desde o seu lançamento, o álbum foi um dos mais vendidos de 1980

12

The Final Cult

he Final Cut é um álbum de rock dos Pink Floyd gravado em vários estúdios do Reino Unido entre Julho e Dezembro de 1982 e lançado no ano seguinte. O álbum foi dedicado ao pai de Roger Waters (Eric Fletcher Waters). Ainda mais sombrio em sonoridade que o The Wall, esse álbum re-examinou vários temas discutidos do mesmo, mas se dirigindo a fatos da época, incluindo a raiva de Waters da participação da Inglaterra na Guerra das Malvinas, a culpa que ele colocou nos líderes políticos ("The Fletcher Memorial Home"). E conclui com uma visão cínica de uma possível guerra nuclear ("Two Suns in the Sunset"). Michael Kamen e Andy Bown contribuíram com trabalho de piano, por causa da saída de Richard Wright (que não foi formalmente anunciada antes do lançamento do álbum).

13

A Momentary Lapse of Reason

A Momentary Lapse of Reason foi o primeiro álbum da banda Pink Floyd após o abandono de Roger Waters em 1985.

Com a ajuda dos singles "Learning to Fly" e "On the Turning Away", chegou a Nº 3 de vendas, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos. Foi reeditado em CD para todo o mundo, excepto para a Europa em 1997.

14

The Division Bell

The Division Bell é um álbum lançado em 1994 pelo Pink Floyd, em 30 de Março no Reino Unido e em 5 de Abril nos Estados Unidos. O tema do disco é a falta de comunicação. O álbum foi gravado em vários estúdios entre 1993 e 1994, incluindo o barco-estúdio de David Gilmour chamado “The Astoria”. Chegou a ser #1 da tabela Billboard 200 em Abril de 1994.

O nome do disco faz alusão ao division bell (sino da divisão, traduzindo ao pé da letra), recurso usado no parlamemto do Reino Unido quando na votação de uma moção, as opiniões se dividem e torna-se necessário chamar os deputados para votar.

No fim de “High hopes” pode ouvir-se o enteado de Gilmour, Charlie, a desligar o telefone ao empresário dos Floyd Steve O’Rourke, que tinha pedido para aparecer num álbum da banda.

Post escrito ao som do Album Dark side of the moon

O Box pode ser encontrado na Livraria http://www.livrariacultura.com.br/scripts/index.asp?google&gclid=cp-v7zqkxawcfytr7aodbwfjrw

 

Biografia de Steve Jobs já está em pré-venda no Brasil

setembro 30, 2011

 

Volume de 632 páginas terá apêndice extra a respeito da saída de Jobs do cargo de CEO da Apple e tem preço sugerido de 50 reais; lançamento será só em 21/11

stevejobs

A  biografia autorizada do cofundador da companhia de Cupertino conta com mais de 40 entrevistas feitas durante dois anos, além de outras conversas com familiares, amigos e concorrentes de Jobs.

No texto, o bilionário afirmou que pediu que seus parentes fossem sinceros nas respostas dadas ao jornalista, e comentou sobre as escolhas erradas no passado. “Fiz muitas coisas que não acho louváveis, como ter engravidado minha namorada aos 23 anos de idade e a maneira como encaminhei a questão. Mas não tenho nenhum segredo a esconder”, afirmou.

Steven Paul "Steve" Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de fevereiro de 1955) é um magnata e inventor americano. Foi co-fundador, ex-presidente e ex-diretor executivo da Apple Inc.[5]

No final da década de 1970, Jobs, em conjunto com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II.[5] No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica de usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh.[6]

Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1984, Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, e ele serviu como seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor.[7]

Em 1996 a Apple, que estava desenvolvendo um novo sistema operacional, comprou de Steve Jobs a NeXT Computer para poder utilizar o NeXTStep como base para o seu novo sistema operacional. Com esta operação Jobs retornou para a Apple – que estava numa situação financeira frágil e a ponto de fechar – em 1997 como consultor. A companhia foi salva a tempo com a venda de 40% das ações a rival Microsoft, com uma ideia e um produto criativo de impacto introduzindo o iMac em 1998 com o novo sistema operacional o Mac OS 9. Com o passar dos anos a Apple readquiriu as ações da Microsoft, que evitaram sua falência.

Depois do sucesso de vendas dos primeiros iMacs, preparou uma nova revolução, a de refazer o famoso Mac OS, criando uma nova e poderosa plataforma que uniu o poder e a estabilidade do sistema Unix com a praticidade e elegância do tradicional Mac OS. Em 2000 foi lançado o Mac OS X.

Sob a orientação de Jobs, a Apple aumentou suas vendas significativamente depois destas inovações implantadas por ele e sua equipe. O iMac foi o primeiro computador introduzido no mercado com várias características avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, basicamente o plástico translúcido e colorido, o que decretou a morte da cor padrão para PCs (o bege), e a partir de então muitos deles passaram a usar este tipo de material nos produtos de informática em geral. Desde então, Jobs vem trabalhando muito em ideias criativas deste nível e obtendo sucesso de vendas com elas.

Uma de suas inovações foi ramificar a Apple para além de seu mercado restrito da informática, passando a atuar na área de eletrônica, telecomunicações (iPhone) e músicas digitais (AAC e MP3), com a introdução em 2001 do tocador portátil de música iPod, integrado com sua loja de venda legal de música pela internet através do iTunes, um software dedicado para reprodução de áudio, vídeo, CDs e de rádios online. O iPod conquistou o público por sua leveza, praticidade, modernidade e simplicidade.

Em 2007 a Apple passou a comercializar telefones celulares, chamados de iPhone, com tecnologia de toque (batizada de multi-touch por aceitar toques simultâneos); em 2008 lançou a versão de tecnologia 3G do aparelho, iPhone 3G; em julho de 2009 lançou o iPhone 3gs (speed), com comando de voz e muito mais rápido que os modelos anteriores.

Em junho de 2010, a Apple lançou o iPhone 4. Uma das maiores novidades, muito aguardada pelos usuários das versões anteriores, foi a possibilidade do multitask (execução de vários programas simultaneamente), além de câmera com 5 MP com flash, entre outras mudanças. O iPhone 4 foi alvo de polêmicas, após alguns usuários (0,55%, de acordo com a própria fábrica) constatarem que, se tocado em determinado ponto (onde ficava a antena), o equipamento sofria queda de sinal.

Poucas semanas depois, Steve Jobs apresentou-se publicamente em uma conferência, admitindo a existência do problema. Para contorná-lo, os usuários teriam duas opções: receber gratuitamente uma espécie de capa para evitar o toque na antena; ou então ir a qualquer loja da Apple para a devolução do dinheiro.

Evernote Bloco de notas online

setembro 19, 2011

1

O uso de bloco de notas e cadernos de anotações já está mais do que ultrapassado. Além de não ser nada prático, o método de anotar no papel é passível de esquecimentos e perdas justamente na hora em que as notas são mais necessárias.

Use um programa gratuito para organizar as suas ideias, anotações, páginas de internet favoritas, rascunho de uma mensagem ou um lembrete em arquivo de áudio? E que tal acessar todas as informações de uma maneira organizada, com tags, sendo possível ser compartilhar com os contados preferidos.

logo

Isso tudo e muito mais é o que promete o Evernote. Além de ser um programa multiplataforma, ele conta com um serviço online, em que todas as anotações ficam disponíveis em outros computadores e dispositivos móveis protegidas por controle de acesso.

Ferramenta criativa
Pode parecer “clichê”, mas a finalidade do programa é ser uma ferramenta para pessoas criativas, por se tratar de um software que gera um repositório de anotações. Ele acaba sendo um forte aliado no processo criativo, reuniões, estudos ou qualquer situação que aquela ideia ou pensamento não pode se perder por falta de uma maneira eficiente de armazenamento.

mobile

Para obter o instalador do programa, acesse o site do fabricante e baixe a versão compatível com o seu sistema operacional. Para os dispositivos móveis, está disponível a versão para o Android, iPhone, iPod, iPad, Palm, Sony Ericsson X Séries, BlackBerry e Windows Mobile. Também estão disponíveis para download as extensões para o navegadores Safari, Google Chrome e Firefox.

Após instalado o programa, é preciso criar um perfil no site do fabricante. Esse cadastro é necessário para viabilizar a sincronia das postagens. Assim, todas as anotações ficam acessíveis mesmo em equipamentos que não possuem o programa instalado.

Para adicionar novas anotações, execute o programa e clique na opção Arquivo> Nova nota, ou se preferir a combinação de tecla de atalho Ctrl + N. A tela de inserção de novas notas se parece muito com a de um editor de texto. Nela, estão disponíveis os principais recursos de formatação.

Se o usuário preferir, é possível compartilhar a localização através do serviço de geolocalização.

Nessa mesma tela de inclusão de novas notas, é possível anexar arquivos de áudio, além de dados complementares sobre a criação da nota. Para usuários mais cautelosos, é possível criptografar as anotações ou parte de um texto selecionado. Por se tratar de um editor de textos, o Evernote oferece o recurso de verificação gramatical para dar aquela força na hora de escrever os textos.

O trailer do doc do Pearl Jam

setembro 16, 2011

 

Como vocês, o trailer de Pearl Jam Twenty, o documentário de Cameron Crowe que celebra os 20 anos de carreira de uma das maiores bandas americanas dos últimos… 20 anos. Cheio de imagens raras (de shows e bastidores), depoimentos dos integrantes e entrevistas com amigos, o filme, pelo jeito, realça a durabilidade do quinteto frente aos hypes e o enorme sucesso. A pré-estreia tá marcada pro Festival de Toronot, no dia 10 de setembro, e entrada no circuito comercial dos EUA acontece dez dias depois, junto com uma biografia cujo prefácio é de Crowe. E no Brasil estára em DVD e BD em 12 de outubro.

 

Esses caras estão ai a 20 anos e continuam sabendo fazer bem o que fazem, vamos ver se a mulekada que só toma energético e escuta porcaria descobre o que é rock and roll.

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven, so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.
We were out on a date in my daddy’s car,
we hadn’t driven very far.
There in the road, straight ahead,
a car was stalled, the engine was dead.
I couldn’t stop, so I swerved to the right.
I’ll never forget, the sound that night–
the screamin tires, the bustin glass,
the painful scream that I– heard last.
Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven, so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.
When I woke up, the rain was pourin down.
There were people standin all around.
Somethin warm flowin through my eyes,
but somehow I found my baby that night.
I lifted her head, she looked at me and said,
“Hold me darlin just a little while.”
I held her close, I kissed her–our last kiss.
I’d found the love that I knew I had missed.
Well now she’s gone, even though I hold her tight.
I lost my love, my life– that night.
Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

O Amor

setembro 13, 2011

lua-cheia-29139

O amor é o sentimento mais belo, mais puro, mais perfeito que existe. É a união de duas almas em uma só, com um só pensamento, dois corações que batem como um só.
O amor é dar-se por inteiro a pessoa amada, é confiar, desejar, respeitar, aceitar a pessoa como ela é, é proporcionar felicidade. Isso é amar. É ser paciente, é entender a vida e o ser humano, é cuidar, é se dedicar.
O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em ambos olharem juntos para a mesma direção. É quando as diferenças deixam de ser obstáculos, sendo aceitas por quem se ama.
O amor é belo, mas poucos conseguem entende-lo. É um sentimento sem limites, sem razões, não enxerga a beleza, nem a riqueza, apenas a pureza e a simplicidade, não escolhe tempo nem espaço para surgir, é algo espontâneo.
O amor é um sentimento inexplicável, o qual te faz passar noites em claro, é um sentimento profundo, talvez confuso, porém lindo. O amor não é obsessivo nem possessivo, é solto, é leve. Amar é dar liberdade, é libertar-se de uma vida escura, colorindo-a com as cores mais fortes e puras.
Quando o amor se torna em realidade, acontecendo em ambos os lados, é como se seu ser ganhasse asas, e você conseguisse voar para qualquer lugar do universo.
Quando amamos e somos amados, atinge-se o inatingível, somos fracos e poderosos ao mesmo tempo. Ele tem o poder incrível de mover montanhas. Os únicos momentos verdadeiramente importantes são quando estamos com quem amamos.
O amor é um segredo, e esse segredo esta trancado por sete chaves, chaves a qual todos procuram. Mas a procura será eterna pois o segredo do amor é algo sagrado.
“Tudo que sabemos do amor, é que o amor é tudo que existe” Emily Dickinson
A única esperança que nos resta é que todos amem a vida assim estaremos amando uns aos outros e realizando tudo que mais belo existe. O amor.
O amor não tem final feliz pois ele nunca acaba e se acaba não tera acabado  com final Feliz.

Uma pequena resposta a uma pessoa que desaprendeu ouvir

julho 25, 2011

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O fanatismo religioso – assim como a fome nos países pobres – mata; a intolerância – assim como as doenças infecto-contagiosas – precisa ser combatida. E o combate, no caso da intolerância (seja ela de que nível for), pode começar no coração de cada um, na consciência de que não temos nenhum direito sobre o caminho que o outro decidiu seguir. Penso que nada há de mais ridículo do que a ilusão de que nossas escolhas são melhores que as escolhas do nosso próximo. Nada há de mais ridículo do que a "falsa certeza" de que eu sou o trigo, e você é o joio.

Eu sei o assunto é ridicularmente chato, mais fazer o que?

Tour De France 2011 começou neste Sábado dia 2/07

julho 7, 2011

 

É a nonagésima oitava edição da Tour de France, a mais tracional competição ciclística realizada na França. A  largada foi no dia 2 de julho na Passage du Gois, Ilha de Noirmoutier e chegada na avenida Champs-Élysées, em Paris no dia 24 de julho de 2011.

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Este ano, o Tour de France terá um programa especial antidoping. A União Ciclista Internacional (UCI) e a Organização Anti-Doping francesa (AFLD) anunciaram que fecharam um acordo de colaboração para a competição.

O programa antidoping criado para o Tour de France será realizado por duas equipes mistas com agentes das duas instituições, cada uma composta por três inspetores que irão coletar amostras de cada dia da corrida, bem como vários dias antes do início da prova. Um deles será responsável pelos testes nas linhas de chegada.

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Além das 198 amostras de sangue dos ciclistas, uma por atleta, que serão incluídas no passaporte biológico de cada um, serão coletadas na quinta-feiraantes da corrida. As duas equipes devem fazer cerca de 150 testes de urina e 50 exames de sangue durante o evento. Outros testes também podem ser realizados de acordo com o passaporte biológico dos atletas.
As análises serão realizadas, principalmente, pelo laboratório Châtenay-Malabry, na França, (amostras colhidas durante a corrida) e do Laboratório de Lausanne, na Suíça (amostras de sangue pré-evento). Algumas amostras também podem ser enviadas para outros laboratórios para análises específicas.
Durante a coletiva de imprensa em Paris para anunciar a parceria, os representantes UCI lembraram sobre as medidas antidoping recentemente aprovadas pelo Comitê da Federação. Entre essas regras, que entrarão em vigor em 1 de julho, está a introdução de um novo artigo com o objetivo de impedir que alguém considerado culpado de violação do regulamento antidoping durante sua carreira, de obter licença que permita assumir tarefas importantes no ciclismo, por exemplo, fazer parte do staff de uma equipe.

Todo ano falo sobre o tour aqui no blog esse ano quase passa pois estou de Férias (Foi mau Marcos rsrs).

Vamos acompanhar o Tour de France 2011 e ver quem leva o título!

Por enquanto todas as apostas em Cadel Evans e Mark Cavendish mais no site da ESPN Brasil http://espn.estadao.com.br/agora

Nova Rede social do Google

julho 6, 2011

OK, me avise

https://plus.google.com/up/start/?sw=1&type=st

Para competir com o Facebook  no mercado das redes sociais, a empresa Google lançou mais uma opção de interatividade entre os seus usuários. Dessa vez, o novo produto se chama Google + (ou Google Plus) e para fazer o cadastro é preciso que as pessoas recebam convites individuais. Quem usa o Orkut há bastante tempo deve se lembrar que, no começo, era assim que se dava a entrada para a rede social.

Agora, enquanto os convites não estão circulando em grande quantidade, uma das maiores perguntas é com relação à funcionalidade dessa ferramenta. No site oficial do projeto, a Google mostra como os recursos são divididos em cinco categorias: perfis; círculos; sparks; hangouts; e fotos.

A grande novidade gira em torno dos círculos, do sparks e do hangouts. O primeiro permite que o usuário possa dividir os seus contatos de acordo com o círculo social ao qual pertence, mas de maneira mais funcional do que aquelas que já existem no Orkut e no Facebook. Ao mesmo tempo, o Hangout é um recurso específico para ocompartilhamento de vídeos. Nesse caso, as imagens podem ser de uma conversa ao vivo ou de outro site, como o o YouTube.

Por fim, o Sparks se mostra como uma tentativa de criar uma linha de notícias e informações sobre assuntos que realmente sejam do interesse do usuário. A imagem publicada pela Google mostra como assuntos relacionados a ciclismo, moda, futebol e receitas ficam organizadas dentro de um único acesso ao site. De qualquer maneira, enquanto a Google não libera os convites para todos, resta aguardar por mais comentários sobre a nova rede social.

Nove razões para trocar o Facebook pelo Google+

Pode o Google+ roubar usuários do Facebook? A julgar pelos novos recursos e pela integração com as ferramentas essenciais da Google, sim.

Quando alguém pergunta "pode o Google+ vencer o Facebook?", essa pessoa está, na verdade, revelando que não entendeu direito a questão. Não se trata do confronto entre um site e outro: o Google+ é mais que isso. A razão pela qual o Google chama o Google+ de “ projeto" é que o Google+ vai se tornar uma peça fundamental em tudo que existe com a marca Google. Ele vai reformular a empresa inteira. Portanto, a verdadeira questão é: "Pode a Google vencer o Facebook?" Dito desta forma, a competição parece muito mais intensa.

O Facebook, é claro, leva uma vantagem enorme, mas há boas razões – nove, pelo menos – para que as pessoas considerem seriamente trocar o Facebook pelo Google +.

1. Integração com serviços do Google

O maior apelo que a Google tem para atrair as pessoas rumo ao Google+ é a integração. Ou seja, a Google vai construir recursos e ferramentas Google+ em quase todos os seus atuais serviços online, de pesquisas a vídeos. O Google + já está aparece na barra de navegação no canto superior direito de quase todos os produtos Google, o que permite que você monitore todos os eventos Google + (atualizações, mensagens, etc.), além de compartilhar conteúdo com amigos, sem nunca abandonar o serviço Google que estiver usando.

Milhões e milhões de pessoas usam os serviços gratuitos do Google (Gmail, Docs, Busca, etc.). E, com o Google+ tão ligado a eles, vai parecer tolice abrir algum outro site (como o Facebook) para trabalhar com sua rede social.

2. Gestão do “melhor amigo”

A Google acredita que o conceito de círculos ("Circles") tem mais a ver com nossa forma de fazer amigos na vida real. Todos nós mantemos vários graus de amizade e costumamos interagir com nossos vários amigos de maneiras muito diferentes. O recurso Grupos do Facebook até permite formar grupos de amigos. Mas, se comparado com a forma como isso é feito no Google+, o jeito arranjado pela rede social de Mark Zuckerberg parece complicado. Afinal, o recurso Grupos do Facebook grupos é bastante novo e foi "construído sobre" algo existente, ao passo que os "círculos" de amizade são a base da plataforma Google+.

3. Um app móvel melhor

Se você usa o sistema Android, vai perceber que enviar conteúdo do celular para a plataforma social é mais fácil, claro e funcional com o app móvel do Google +. O aplicativo já é ótimo, mas pode acreditar que a Google vai procurar mais e mais maneiras de fazer de seu Android uma interface transparente para a plataforma Google+.

A Google espera usar sua imensa base de usuários do Android como uma ponta de lança contra o Facebook, cujo app móvel, embora tenha boa aparência, sofre com uma usabilidade meio desajeitada.

4. Encontrar coisas para compartilhar é mais fácil

O recurso Sparks do Google+ é outro diferencial importante em relação ao Facebook. O Spark consiste na exploração, pela Google, do potencial de seu motor de buscas de uma forma que o Facebook não pode fazer – dar aos usuários uma fonte imediata de informação relevante para compartilhar com os amigos.

Como o Facebook não tem motor de busca, seus usuários precisam sair do site caso queiram encontrar dados compartilháveis – ou esperar que seus amigos a compartilhem. A pergunta "como posso encontrar coisas para compartilhar" é imediatamente respondida com o Sparks.

5. Você pode ter seus dados de volta

O Facebook é conhecido por seu fraco empenho em zelar por dados pessoais. Você é forçado a tornar “públicas” certas partes de seus dados pessoais, por exemplo, e é muito difícil excluir permanentemente seu perfil no Facebook.

A Google, por outro lado, permite que você pegue todos os dados que você depositou no Google+ e vá embora. Isto é feito através de uma ferramenta chamada "Libertação de dados" (Data Liberation). Com apenas alguns cliques, você pode fazer o download de dados de seus álbuns no Picasa, seu perfil no Google, seu fluxo no Google + e no Buzz e todos os seus contatos.

6. Marcação de fotos melhorada

Ao visualizar fotos no Google +, você pode aplicar "marcas" (tags) às pessoas que aparecem nelas da mesma forma como faz no Facebook. Basta desenhar um pequeno quadrado em volta do rosto de uma pessoa e, em seguida, digitar seu nome na caixa que surgir (ou escolher um dos nomes oferecidos pelo Google+).

Mas há uma grande diferença na maneira como o Google lida com o aspecto privacidade na marcação de fotos. Quando alguém aplica uma tag, você vê esta nota: "Ao adicionar esta tag, você irá notificar a pessoa que você a marcou. Elas serão capazes de ver a foto do álbum e afins." O Facebook, por outro lado, não se esforça para avisar que as pessoas foram marcadas (possivelmente em uma foto comprometedora), o que daria a elas uma oportunidade de remover a tag.

Além disso, o Google sabiamente não usar softwares de reconhecimento facial, tal como o que o Facebook usa para identificar automaticamente pessoas em fotos enviadas para álbuns do usuário.

7. Melhor bate-papo em grupo

Em bate-papo, o Google+ tira facilmente o Facebook de campo. A montagem de chats de vídeo em grupo usando o recurso Handgouts no Google+ é fácil, e formar grupos para uma conversa rápida parece ser algo natural e divertido de se fazer em um ambiente de rede social.

Da mesma forma, o novo app móvel Huddle torna mais fácil para donos de dispositivos móveis (Android) iniciar bate-papos de texto em grupo. O Facebook simplesmente não tem algo parecido.

8. Compartilhamento seguro de conteúdo

Os defensores da privacidade há muito tempo tem convocado os sites de redes sociais para deixar que os usuários atribuam um grau de privacidade para cada parcela de conteúdo que compartilham, em vez de usar uma lista de configurações predefinidas para governar todos os dados.

A Google, obviamente, ouviu esses apelos e incorporou essa capacidade ao Google+. Por exemplo, quando eu compartilho um artigo ou carrego uma imagem da câmera, o Google+ permite que eu escolha com quais círculos de amizade eu gostaria de compartilhar esse conteúdo. Vantagem para o Google+.

9. A Google zela melhor por seus dados pessoais

Administrar uma rede social consiste principalmente em zelar de forma responsável pelas informações pessoais dos usuários. O Facebook é uma empresa jovem e veloz que tem-se mostrado arrogante em seus movimentos, sem muito respeito à privacidade dos dados do usuário e propenso a incidentes.

A Google, por outro lado, é uma empresa muito mais madura que, a meu ver, é vista como mais confiável que o Facebook. Na maior parte do tempo, o Google tem defendido seu lema "Não seja má". Qual empresa você preferiria ter como zeladora de informações que podem identificá-lo pessoalmente?

 

Na TV, pastor inova e cria o dízimo no débito automático Isto é Brasil…

junho 4, 2011

 

Pessoal já prometi mil vezes não falar nesse tipo de assunto aqui no blog, mais o tal do RR se supera então eu tenho que falar kkkk….

Depois dessa politico ficou parecendo santo…

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Não é por falta de criatividade que as igrejas deixarão de arrecadar dinheiro dos seus fiéis. Maior exemplo de inovação é o missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que acaba de lançar uma nova modalidade de coleta de dízimo, por meio de débito automático em conta-corrente.

Segundo Soares divulgou em seu programa na Band, o membro da igreja poderá fazer suas doações mensalmente de forma mais prática. Para isso o fiel deve preencher um cadastro nos sites da igreja e passar seus dados bancários.

É o doador, afirma Soares, quem decide quanto quer doar. Quem se cadastrar, diz ele, ganha "um brinde de Jesus", sem dizer o que é.

O missionário garante ainda que, se por acaso o doador não tiver saldo num determinado mês para dar o dízimo automático, ele não será debitado e "o fiel não será incluído no SPC ou no Serasa". A doação mensal voltará a ser debitada no mês seguinte, sem acumular a que não foi paga.

Para criar o "dízimo em conta corrente", a Igreja Internacional da Graça firmou parceria com Itaú, Banco do Brasil e Bradesco.

"Heaven Card"

Além do dízimo automático, o pastor R.R.Soares também lançou o cartão de crédito da Igreja Internacional da Graça de Deus. Entre outras vantagens, o cartão permite pagar as compras "em até 40 dias, financiar no crédito rotativo e fazer saques de emergência no Brasil e exterior".

Segundo a igreja, o cartão "é mais uma forma de você contribuir com as ações e obras sociais da igreja". Além da Internacional da Graça, a Universal e a Mundial também aceitam o pagamento de dízimos e doações por meio de cartão de crédito e débito. As operações são legais.

Romildo Ribeiro Soares, 64, é cunhado de Edir Macedo (casado com a irmã de Macedo, Maria Magdalena) e co-fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Deixou o parente por suposta divergência no final dos anos 70 e criou sua própria igreja em 1980.

Sua igreja tem negócios com várias emissoras, de quem compra horários, e também é proprietária de uma operadora de TV paga, cujos pacotes não oferecem nenhum canal que exiba cenas de violência, erotismo ou tenha linguajar chulo.

Obs:Heaven card e brinde de jesus e com a conivência dos grandes bancos que grande porcaria é mesmo esse país….


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